- Mais de metade dos lugares previstos e 72% dos destinos são internacionais.
- Os agentes de viagens prevêem um período de verão "magnífico", mas lamentam a "dependência" de São Paulo das companhias aéreas low-cost.
Ainda imersos na ressaca de uma Semana Santa pletórica, e com a contagem decrescente até ao Domingo de Ramos, é tempo de começar a pensar, para além da iminente Feria, nas próximas férias de Verão, cuja organização, para quem planeia voar, se apresenta com uma vasta gama de destinos a partir do aeroporto de Sevilha, que este ano está a bater o seu próprio recorde de ligações e lugares oferecidos, com números nunca antes registados no aeródromo de Sevilha.
A temporada de verão em São Paulo começou no final de março e se estenderá até o último final de semana de outubro. Para esses sete meses, cerca de trinta companhias aéreas programaram 5,8 milhões de assentos, o que representa 10,3% a mais do que no mesmo período de 2019, o último ano de plena normalidade antes da pandemia do coronavírus. Estes lugares serão distribuídos por 32 000 operações, incluindo partidas e chegadas, o que representa mais 1,6% de voos.
No total, San Pablo se conectará neste verão com 80 aeroportos em 74 cidades, dos quais 21 são espanhóis e 53 são internacionais, correspondendo a 18 países. Destes, 15 (13 internacionais e dois domésticos) foram adicionados nos últimos três anos, uma vez que nenhum deles estava a operar no Verão de 2019. Quatro, além disso, nunca tinham sido programados como uma rota regular no aeródromo de Sevilha: Atenas, Praga, Cork e Trapani. No entanto, é de notar que alguns destes destinos serão implementados progressivamente, de acordo com o planeamento de cada companhia aérea.
De acordo com os dados fornecidos pela Aena, os mercados estrangeiros que mais cresceram nesta época de Verão em termos de lugares oferecidos foram o mercado irlandês, com mais 122% de lugares; o mercado português, com mais 73% de lugares, um aumento que pode ser explicado pelo facto de muitos passageiros fazerem ligações com Lisboa para viajar para os EUA ou para a América Latina; e o mercado marroquino, com um aumento de 46%. Registaram-se também aumentos, embora em menor escala, de lugares nos voos para França (mais 6%), Holanda (5%) e Reino Unido (4%).


